Saldos do último fechamento. Os prazos restantes dizem em quantos dias, em média, os saldos atuais viram caixa.
NIG (ou NCG) é o dinheiro preso na operação: o que os clientes devem mais o estoque, menos o que a empresa ainda deve a fornecedores, funcionários e governo. A barra de hoje usa os saldos informados; a de regime, a previsão de vendas com os prazos de cada cliente.
Cada cliente compra o mesmo produto. Informe a quantidade prevista para os próximos três meses, o ticket médio e a condição de pagamento. A página converte em venda mensal e recalcula tributos, prazo efetivo de recebimento e quanto capital de giro cada cliente exige em regime.
Prova real: somamos tudo o que está parado na operação (notas a receber, mês a mês, e estoque) e subtraímos o que fornecedores, governo e funcionários financiam ao dar prazo. A diferença é o capital de giro. Altere a venda mensal para refazer a conta com a mesma carteira.
Parte dos saldos de hoje: as duplicatas a receber entram no caixa, as duplicatas a pagar saem, o estoque é consumido e a previsão de vendas gera novas notas. A NCG caminha para o nível de regime; o CDG só cresce com o lucro que fica na empresa. Quando as aplicações acabam, entram as linhas, da mais barata para a mais cara.
Balanço reclassificado mês a mês, a partir dos saldos de hoje. Mova o mês para ver o dinheiro saindo das aplicações e indo para o giro.
Os seis tipos de estrutura financeira, do pior ao melhor. O círculo marca a posição de hoje; o triângulo cheio, a estrutura em regime (mês 12); o vazado, o pior mês do cenário da aba Cenários.
Os saldos de hoje estão na aba 1. O ativo permanente (máquinas já pagas) sai por diferença entre o capital informado e a NCG de regime.
CDG são os recursos de longo prazo que sobram depois de pagar o ativo permanente. Quando o CDG é maior que a NCG, a sobra fica aplicada (saldo de tesouraria positivo).
Saldo médio de cada conta = valor do mês ÷ 30 × prazo próprio da conta. Grupos com prazo médio ponderado; "abrir" mostra conta a conta.
Dois clientes com a mesma margem podem valer coisas muito diferentes: o que paga mais devagar prende mais capital e devolve menos por real investido. A última coluna é o retorno mensal sobre o dinheiro preso em cada cliente, já descontado o custo da linha de crédito.
Quem vende mais nem sempre é quem prende mais dinheiro. A diferença entre as duas barras de cada cliente é o efeito do prazo.
"Fora semana" conta o prazo a partir do fim da semana da venda (domingo). "Dia fixo" empurra o pagamento para o próximo dia de pagamento do cliente. Tabela por dia da semana em que a nota é emitida.
Cada prática abaixo está calculada com os números desta página. A ordem segue o tamanho do efeito e a facilidade de execução.
Marque as medidas e ajuste a intensidade. O gráfico parte do saldo de tesouraria no pior mês da partida e refaz o caminho até a capacidade de pagamento (saldo + linhas), mostrando quantos dias de atraso dos clientes a empresa suporta.
Cenário de teste sobre a projeção da aba 2. Volume zero simula só o estresse da carteira atual.
Área vermelha: meses em que a NCG supera o CDG. Barras: saldo de tesouraria (aplicações menos dívida). Linhas tracejadas: até onde as linhas de crédito alcançam.
Pior saldo de tesouraria em 12 meses (R$ mil) para cada combinação de prazo e volume do novo cliente, com as demais premissas. Moldura escura: cenário em tela.
Passe o mouse (ou toque) em cada linha para ver a conta por trás do sinal.
O que acontece se a empresa crescer com a carteira atual, nos prazos de hoje. O CDG cresce com o lucro que fica na empresa; a NCG cresce com as vendas. Quando a NCG passa o CDG, a lâmina se abre e a diferença vira dívida de banco.
Linha do tempo de um lote, contada a partir da compra da matéria-prima. O traço vermelho de cada cliente é o período em que a empresa já pagou o fornecedor e ainda não recebeu a venda.
Escolha quanto a venda mensal aumenta (ou cai), mantendo o mix de clientes, e veja passo a passo quanto dinheiro a mais fica preso no giro.
Escolha um prazo e quantos dias ele muda. O cálculo é sempre o valor diário da conta vezes o número de dias.
Tributos recalculados pelo anexo do Simples escolhido na aba 6. Na visão analítica, valores e prazos de custos e despesas são editáveis; na sintética, o prazo de cada grupo é a média ponderada pelos valores. Prazo em parcelas vira média simples (28/42/56 → 42 dias); mensal = 30; semanal = 7; "15 a 20" = 17,5.
EVA = (ROIC − WACC) × capital empregado, e ROIC = margem operacional × giro do capital. Número grande: carteira atual. Abaixo: com o cenário do simulador em regime.
O resultado financeiro das aplicações fica fora do NOPAT, que mede só a operação.
Colunas: NOPAT e encargo de capital (capital × WACC), em R$ mil por ano. Linha: EVA.
EVA anual adicionado pelo cenário do simulador, para prazos de 30 a 360 dias. Onde a linha cruza zero está o prazo máximo que ainda remunera o capital.